Mulheres do Moto Clube Papa Léguas Ibirubá bandeiraram durante a corrida MXF

21/05/2022

Lenice Horst, Micheli Zorzo e Bruna Brandão da Silva em frente a pista. Foto: Adriano Gomes

 

As emoções não são poucas quando o assunto é BRMX e nesta 2º etapa a mulherada provou que a paixão pelo motocross não tem gênero.

 

Em demonstração de solidariedade aos parceiros que ficam na pista com as bandeirinhas fazendo a sinalização até tarde da noite, faça chuva ou faça sol, Lenice Horst, presidente do Moto Clube Papa Léguas Ibirubá, junto com Micheli Zorzo e Bruna Brandão da Silva, integrantes do motoclube, decidiram convidar mais 12 mulheres, todas intregrantes do Papa Léguas, para bandeirar na pista durante a corrida do MXF. "Aqui todo mundo ajuda todo mundo. É uma democracia. Se tiver que cavar buraco, nós cavamos”, enfatiza a presidente.

Lenice Horst posando em frete a pista de corrida. Foto: Adriano Gomes

 

Com a temperatura marcando 10 ºC dentro da pista, e com o vento cortando, as 15 mulheres se colocaram à disposição e permaneceram os 15 minutos de corrida, e mais as duas voltas das pilotos previstas no cronograma, dentro da pista.

 

Lenice Horst e Jéssica Braun durante a corrida. Foto: Adriano Gomes

 

Para elas, essa é uma das formas de colaborar com a paixão que compartilham: o motocross e de afirmar que há cada vez menos uma segregação de gênero dentro do universo do motociclismo. “Nós somos apaixonadas pelo motocross. Todas nós”, conta Lenice.

 

No off road, as mulheres e os homens competem na pista do BRMX, banderam no BRMX e dão o sangue por igual até tarde da noite e, se precisar, debaixo de chuva ou em cima da lama.

 

“É uma adrenalina que te conquista. Te encanta. Para nós, é gratificante. É muita emoção. E mais uma conquista para as mulheres", explica emocionada.

 

O que configura uma paixão legítima, é como se ultrapassa as barreiras para senti-lá. Desta forma, é paixão pelo motocross. 


Por Yorrana Della Costa - Assessora de Imprensa CBM.

Voltar