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Coluna: Indústria em Destaque

Rinaldi é exemplo de responsabilidade ambiental

04/02/2014

Marcio Magnus, da Proamb, entre Nádia Gabrielli e Sérgio De Paris, da Rinaldi, com o Certificado de Destruição Térmica (Crédito: Divulgação/Rinaldi)

A Rinaldi acaba de conquistar o Certificado de Destruição Térmica, reforçando o compromisso com o meio ambiente. A fábrica de pneus e câmaras de ar localizada em Bento Gonçalves (RS) é exemplo de responsabilidade na eliminação dos resíduos sólidos que produz, já que 100% deles são destinados a uma cimenteira, onde geram energia com a queima ao invés de serem simplesmente despejados em aterros.

“Os resíduos produzem energia para o processo de fabricação de uma cimenteira em Candiota (RS), que por sua vez deixa de utilizar combustíveis fósseis como carvão e petróleo. O processo é extremamente cuidadoso e atende toda a legislação do Estado, que é bastante rígida”, comentou João Maximiliano Rodrigues Lopes, engenheiro de segurança do trabalho da Rinaldi.

“Esta é a destinação mais nobre que se pode dar a estes resíduos, já que temos materiais de várias naturezas como borrachas, plásticos e embalagens, muitos deles contaminados por óleo, por exemplo, os quais não podem ser reciclados”, continuou.

O Certificado de Destruição Térmica é emitido pela própria cimenteira, que tem um programa específico para rastrear os resíduos recebidos, evitando a geração de passivos ambientais. O processo todo é coordenado pela Fundação Proamb, parceira da Rinaldi em soluções ambientais. “A Proamb foi fundada por empresários da Serra Gaúcha, entre eles diretores da Rinaldi, tanto que a empresa tem representação no conselho da Fundação”, acrescentou Maximiliano.

A iniciativa mostra que a preocupação da Rinaldi com o meio ambiente não é de hoje. “A atividade na fábrica é bastante controlada, já que a empresa está sempre renovando os equipamentos e medindo a emissão de poeira – que é consideravelmente menor ao índice permitido por lei. Além disso, somos parceiros da ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), que recolhe pneus usados para estações de processamento de asfalto. Com ações como estas, resolvemos questões modernas e caminhamos para que a atividade se torne sustentável”, concluiu o engenheiro de segurança do trabalho.

 

*Informações da assessoria

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